Uma instituição de ensino particular de João Pessoa (que não teve o nome divulgado) foi flagrada pela empresa Energisa furtando energia elétrica.
O setor da empresa responsável pela fiscalização estima que, com base na carga dos equipamentos detectados no estabelecimento, o colégio consumia mensalmente 9mil kWh de energia desviada, deixando de pagar cerca de R$ 2.800,00.
Com a descoberta do furo, se inicia o processo de apuração do caso que em no máximo 15 dias emitirá um laudo. O responsável pelo crime pode ser indiciado por furto de energia e, como prevê o artigo 155 do Código Penal Brasileiro, ser punido com pena que varia de 2 a 8 anos de reclusão.
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